terça-feira, 19 maio 2026 |
OPERAÇÃO LASTRO: Polícia Federal cumpre mandados em Linhares durante investigação de fraude bancária contra a Caixa
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OPERAÇÃO LASTRO: Polícia Federal cumpre mandados em Linhares durante investigação de fraude bancária contra a Caixa

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (19/05), a Operação Lastro, com o objetivo de cumprir dois mandados de busca e apreensão em Linhares, no âmbito de uma investigação que apura suposta fraude bancária praticada contra a Caixa Econômica Federal.

Segundo as investigações, a empresa alvo da operação teria utilizado o sistema de desconto de duplicatas da instituição financeira para obter crédito bancário de forma irregular, por meio da emissão de títulos vinculados a supostos compradores que posteriormente negaram qualquer relação comercial com a empresa investigada.

De acordo com a Polícia Federal, o esquema teria começado utilizando operações dentro do limite rotativo disponibilizado pela instituição bancária, dando aparência de legalidade às movimentações financeiras. Em seguida, passaram a ser emitidas duplicatas sem circulação mercantil efetiva ou prestação de serviços correspondente.

As duplicatas eram descontadas através do internet banking empresarial, e os valores eram creditados diretamente na conta da empresa investigada.

 

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Ainda conforme a investigação, os boletos de cobrança não eram encaminhados aos supostos sacados, o que teria dificultado a identificação imediata da fraude. O caso veio à tona após empresas procurarem a Caixa Econômica Federal informando cobranças relacionadas a títulos que afirmavam desconhecer.

 

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Durante a apuração, foram realizadas oitivas, análises documentais e exames telemáticos. Os investigadores conseguiram identificar dispositivos eletrônicos utilizados nos acessos bancários vinculados às operações investigadas, além de indícios relacionados à atuação dos suspeitos na rotina comercial, documental e financeira da empresa.

Os investigados poderão responder, em tese, pelo crime de duplicata simulada, previsto no artigo 172 do Código Penal, cuja pena pode variar de dois a quatro anos de detenção, além de multa. A Polícia Federal informou que outros crimes poderão ser identificados ao longo das investigações.

 

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