O Sindicato dos Servidores Públicos de Linhares informou, por meio de publicação oficial em seu site, que os servidores municipais de Linhares aprovaram, por unanimidade, um cronograma de mobilizações diante da insatisfação com o reajuste salarial proposto pela atual gestão municipal.
As informações foram divulgadas após a realização de uma Assembleia Geral Extraordinária, ocorrida na última quarta-feira (08/04), onde os servidores presentes deliberaram sobre as medidas a serem adotadas.
De acordo com o sindicato, há um sentimento generalizado de frustração entre as categorias, que alegam que promessas feitas pela gestão municipal não foram cumpridas, especialmente no que diz respeito à valorização dos servidores.
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Diante desse cenário, o sindicato anunciou a convocação de todos os servidores para uma série de mobilizações, com o objetivo de dar visibilidade às reivindicações e pressionar por avanços nas negociações.
Entre as ações já aprovadas está uma manifestação marcada para o dia 25 de abril, com concentração na chamada “pracinha dos correios”, no centro da cidade, de onde os participantes devem seguir em caminhada pelas principais vias de Linhares.
Além disso, o cronograma inclui:
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A realização de um ato oficial em frente à Prefeitura Municipal, com convocação da imprensa;
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Mobilizações em frente às escolas;
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Fixação de faixas pretas em repartições públicas, simbolizando “luto” pela desvalorização profissional;
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Compartilhamento de manifestações nas redes sociais.
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O plano de ação, segundo o sindicato, será executado em etapas graduais, com o objetivo de ampliar o alcance das reivindicações tanto junto à população quanto à administração municipal.
Ainda conforme o Sindicato dos Servidores Públicos de Linhares, caso não haja avanço nas negociações após as primeiras mobilizações, uma nova assembleia será convocada para deliberar sobre medidas mais drásticas, incluindo a possibilidade de paralisação geral dos serviços públicos.
A situação aumenta a tensão entre servidores e gestão municipal, podendo impactar diretamente o funcionamento de setores essenciais caso não haja acordo.

Foto – SISPML
