Uma mulher de 44 anos, apontada como uma das lideranças da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), foi presa, nessa segunda-feira (4), em Pedro Canário, A suspeita foi alvo de uma operação deflagrada anteriormente pelo Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado (MPES).
Segundo as autoridades, havia contra ela um mandato de prisão em aberto. Na última quinta-feira, equipes policiais residiram na residência da suspeita, localizada em São Mateus, mas ela não foi encontrada no local. Durante a ação, o marido dela foi preso após a Polícia Militar encontrar drogas em casa.
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As buscas acompanharam a mulher foi localizada e presa em um sítio, onde estava escondida, em uma propriedade rural que pertencia a um parente.
De acordo com o major Bergamin, subcomandante do 13º Batalhão da Polícia Militar, a suspeita teria sido tentada a dificultar a ação policial. “Ela se entregou generosamente, confessou o envolvimento com o tráfico de drogas e afirmou que transportava grandes detalhes. Questionada sobre outros crimes, preferiu se manifestar apenas em justiça. Trata-se de uma pessoa com alto grau de relevância dentro da organização criminosa no Estado”, afirmou.
O diretor da Polícia Penal, José Franco, destacou o crescimento da participação feminina no tráfico de drogas. Segundo ele, muitas mulheres têm funções estratégicas de reforço nas facções criminosas, especialmente quando companheiros estão presos. “Elas passaram tanto no envio de drogas para o interior das unidades prisionais quanto na distribuição externa, o que representa um desafio adicional para a segurança do sistema prisional”, explicou.
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