sábado, 17 outubro 2026 |
Luta corporal e confusão generalizada em Bebedouro: briga termina com uso de spray de pimenta pela PM em Linhares
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Luta corporal e confusão generalizada em Bebedouro: briga termina com uso de spray de pimenta pela PM em Linhares

Uma ocorrência inicialmente registrada para averiguar uma possível ameaça terminou em confusão generalizada na noite desta sexta-feira (16/10), no loteamento JJ, em Bebedouro, Linhares, no Norte do Espírito Santo. Para dispersar a aglomeração e interromper as agressões, policiais militares precisaram utilizar spray de pimenta.

De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada para averiguar uma possível ameaça no final da Avenida José Joaquim dos Santos. No local, os militares conversaram com uma mulher de 31 anos, que relatou que uma jovem teria ameaçado sua filha em via pública e estaria portando uma faca.

Durante o atendimento da ocorrência e enquanto os policiais reuniam informações para esclarecer os fatos, a mulher de 31 anos entrou em luta corporal com uma jovem de 20 anos, passando a agredi-la na presença dos militares, conforme o relato policial.

A situação evoluiu para uma confusão generalizada, com a participação de moradores e amigos da mulher de 31 anos. Segundo a PM, outras pessoas também passaram a agredir a jovem.

 

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PM utilizou spray de pimenta para dispersar a aglomeração

Diante da confusão e das agressões, os policiais utilizaram um espargidor de pimenta, conhecido popularmente como spray de pimenta, com o objetivo de dispersar as pessoas e cessar as agressões contra a jovem.

Após a dispersão, os envolvidos apontados como agressores não foram contidos e deixaram o local em destino desconhecido, segundo a Polícia Militar.

 

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Jovem foi para casa acompanhada da sobrinha

Ainda conforme o registro policial, a jovem de 20 anos deixou o local em direção à própria residência, acompanhada da sobrinha. Ela não precisou de atendimento médico.

As circunstâncias da ocorrência foram relatadas pela Polícia Militar. A versão apresentada pela mulher sobre a suposta ameaça não representa, por si só, a confirmação de que o fato ocorreu da maneira descrita.

 

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